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Um dos próximos concorrentes no programa de auditório norte-americano "Jeopardy!" não tem diploma universitário, nem pensa em usar o prêmio para realizar seus sonhos. O Blue Gene, supercomputador desenvolvido pela IBM, vai ser deslocado até Los Angeles (Califórnia, EUA) para enfrentar triviais concorrentes humanos. O programa de TV testa o conhecimento geral dos participantes e vai desafiar a inteligência artificial da máquina. "O grande objetivo é fazer com que os computadores sejam capazes de conversar como humanos, e ainda não chegamos lá", disse o pesquisador da IBM David Ferrucci ao "The New York Times". Durante o programa, o computador não terá conexão à internet e vai ser obrigado a responder às questões com sua "bagagem intelectual" acumulada até lá. Ou seja: textos e arquivos processados e "indexados" na memória. Os organizadores do desafio ainda não decidiram qual será o sexo do "personagem" assumido pelo computador no programa, mas estudam a possibilidade de representá-lo em um palco por um avatar. Os participantes humanos também ainda não foram definidos.
Segundo Harry Friedman, produtor do programa "Jeopardy!", os preparativos estão apenas começando.

Segundo a empresa de segurança Sophos, aproximadamente 1 em cada 10 usuários de Windows não instalou a correção do sistema operacional que fecha a brecha ao Conficker. Essa correção Isso indica que uma legião de zumbis formada por milhões de computadores continua à disposição dos responsáveis pelo malware mais destacado dos últimos tempos.
Informações posteriores a 1º de abril – data em que o Conficker deveria ter lançado um grande ataque, e não o fez – mostram que o verme já tem nova variante, o Conficker.E, baixa para os micros infectados os arquivos de um falso antivírus, chamado SpywareProtect2009.
Esse “utilitário”, assim como outros do gênero, oferece ao usuário a opção de limpar a máquina, mediante o pagamento de 49,95 dólares. Uma vez adquirido, o produto finge fazer uma varredura no sistema e remove uma série de vírus fictícios. A verdadeira ameaça, que inscreve o PC na rede de zumbis, continua lá.
Vale observar que essa é uma das características mais danosas do Conficker. Enquanto o invasor permanecer na máquina, suas ações são simplesmente imprevisíveis. Primeiro, porque o superverme pode receber novas instruções de seus criadores, determinando que promovam este ou aquele ataque.
Além disso, o malware pode baixar outros programas nocivos para o PC, estendendo indefinidamente seu arsenal de possibilidades. No caso específico do falso antivírus SpywareProtect, os cibercriminosos não apenas têm os micros sob seu comando como ainda tomam dinheiro das vítimas.
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Fonte: Idgnow